Essa lacuna, representa o desafio de transformar o potencial da IA em resultados concretos e não apenas em promessas tecnológicas.
A constatação ecoa um alerta: não basta adotar IA, é preciso aplicá-la de forma estratégica, redesenhando processos e criando novos modelos de entrega de valor.
No mercado jurídico, o cenário é semelhante. Escritórios e departamentos jurídicos têm acesso à tecnologia, mas ainda enfrentam barreiras para converter automação em vantagem competitiva real.
Investimentos em IA crescem 60% até 2027
O AI Radar 2025 aponta que os investimentos em IA generativa devem aumentar 60% até 2027, com um terço das empresas planejando investir mais de US$ 25 milhões já em 2025.
No mercado jurídico, esse avanço significa uma oportunidade sem precedentes: automatizar tarefas repetitivas, reduzir retrabalho e liberar tempo para estratégia e consultoria.
A Turivius está na vanguarda dessa transformação, unindo tecnologia e prática jurídica para gerar impacto real no trabalho dos advogados.
O desafio do impacto da IA no Direito
Apesar do entusiasmo em torno da Inteligência Artificial, ainda há uma distância significativa entre a adoção e o impacto real — um fenômeno que a BCG denomina AI Impact Gap. Em outras palavras, muitas organizações implementam IA, mas não conseguem transformar o uso da tecnologia em resultados concretos.
Entretanto, a verdadeira transformação digital na advocacia exige muito mais do que implementar ferramentas tecnológicas. É preciso repensar fluxos de trabalho, integrar dados de forma inteligente e alinhar a tecnologia à estratégia jurídica de cada organização.
Somente assim, a IA deixa de ser um recurso operacional e se torna um ativo estratégico, capaz de gerar eficiência, precisão e vantagem competitiva sustentável.
Empresas e escritórios que já compreenderam esse movimento têm usado ferramentas de IA jurídica para ganhar tempo, reduzir retrabalho e aumentar a precisão nas decisões — um reflexo de uma mudança estrutural em como se faz Direito no século XXI.
Essa corrida por inovação reflete o reconhecimento de que a IA deixou de ser uma promessa e se tornou um fator de competitividade central. Empresas dos mais diversos setores estão usando a tecnologia para otimizar operações, reduzir custos e acelerar decisões estratégicas.
Mas o relatório também traz um alerta: a maior parte dessas iniciativas ainda não está gerando o retorno esperado.
A abordagem está totalmente alinhada ao comportamento das empresas líderes globais destacadas pela BCG: em vez de automatizar tarefas pontuais, elas utilizam a IA para redesenhar processos e criar novas formas de entregar valor.
O segredo da produtividade na era da IA
O relatório da BCG destaca que o sucesso na adoção de IA não está apenas na tecnologia.
As empresas líderes aplicam o princípio 10–20–70, que mostra que a IA só gera resultado quando há equilíbrio entre algoritmos, infraestrutura e pessoas:
- 10% vem dos algoritmos;
- 20% da tecnologia;
- 70% da integração com processos e equipes.
Na advocacia, esse princípio é ainda mais relevante. De nada adianta ter uma ferramenta de IA se o fluxo jurídico continua fragmentado ou se os profissionais não confiam nas recomendações automatizadas.
A verdadeira transformação digital na advocacia acontece quando a IA é integrada à tomada de decisão jurídica — apoiando o raciocínio humano, e não substituindo-o.
Leia também: GPTuri: a Inteligência Artificial jurídica da Turivius
Segurança e transparência: IA sob controle humano
A BCG destaca que 66% dos executivos têm preocupação com segurança de dados e controle das decisões de IA.
Na Turivius, a segurança é pilar central: os modelos de IA são treinados apenas com jurisprudência e dados públicos oficiais, respeitando integralmente a LGPD e mantendo total rastreabilidade das fontes.
Essa transparência é o que diferencia uma IA jurídica real de soluções genéricas. É o que permite ao GPTuri atuar com rigor técnico e responsabilidade.
O desafio da capacitação e o uso real da IA
O relatório AI Radar 2025 aponta que 2025 será o ano dos “AI Agents” — sistemas autônomos capazes de observar, aprender e agir com base em dados. Esses agentes representam a evolução natural da Inteligência Artificial: deixam de ser ferramentas passivas e passam a atuar de forma proativa, executando tarefas e gerando insights com mínima intervenção humana.
Mas o mesmo estudo traz um dado que explica por que muitas empresas — especialmente na América Latina — ainda não conseguem usufruir de todo esse potencial: a falta de capacitação das equipes.
De acordo com o levantamento, a maioria dos profissionais ainda não recebeu treinamento adequado para trabalhar com IA, o que impede as organizações de integrar a tecnologia aos processos estratégicos. Em outras palavras, a barreira não é tecnológica, mas humana.
No Brasil, essa realidade é ainda mais evidente. Apesar de termos um dos maiores mercados jurídicos do mundo, ainda estamos entre os países com menor maturidade em IA, principalmente porque as equipes jurídicas não são preparadas para usar, interpretar e confiar nas respostas geradas por sistemas inteligentes.
Com isso, a IA é subutilizada — restrita a tarefas pontuais e sem integração ao planejamento jurídico ou à tomada de decisão. O resultado é um cenário em que a tecnologia existe, mas o impacto não acontece.
A transformação digital na advocacia, portanto, depende de uma mudança de cultura:
é preciso formar profissionais capazes de usar a IA como extensão do raciocínio jurídico, transformando dados em estratégia e eficiência em valor
Conclusão: da promessa ao impacto.
A transformação digital na advocacia já não é uma possibilidade futura — é uma realidade em curso.
Os dados do AI Radar 2025 (BCG) mostram que o mundo avança em ritmo acelerado na adoção da Inteligência Artificial, enquanto o Brasil ainda aparece entre os últimos colocados em maturidade de IA, muito atrás de países como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido.
Isso significa que, embora tenhamos um dos maiores ecossistemas jurídicos do mundo, ainda há um grande desafio: capacitar profissionais, estruturar dados e transformar a tecnologia em resultados reais.
E é justamente aqui que a Turivius faz a diferença. Com o GPTuri, a IA deixa de ser promessa e passa a ser parte do dia a dia da advocacia — gerando produtividade, precisão e vantagem competitiva.
Enquanto o país ainda busca alcançar maturidade em Inteligência Artificial, a Turivius já aplica IA de impacto real no Direito brasileiro, unindo rigor técnico, segurança jurídica e eficiência.
Leia também: Como escolher o software de jurimetria certo para seu escritório
FAQ — Transformação digital na advocacia e IA jurídica
O que é transformação digital na advocacia?
É o processo de integrar tecnologia, dados e automação à rotina jurídica para aumentar produtividade, precisão e eficiência. Mais do que digitalizar tarefas, significa repensar fluxos de trabalho, eliminando gargalos e liberando tempo para o que realmente importa: a estratégia jurídica.
Como a IA jurídica da Turivius funciona?
O GPTuri, assistente de IA jurídica da Turivius, interpreta decisões, identifica padrões e entrega produtos jurídicos prontos, como pareceres, análises de riscos, resumos e jurimetria. Tudo com base em jurisprudência real, linguagem natural e rigor técnico.
A Turivius substitui o advogado?
De forma alguma. A IA da Turivius amplifica o trabalho humano — automatiza as etapas mais operacionais, enquanto o advogado mantém o controle sobre o raciocínio jurídico e a tomada de decisão. É tecnologia que potencializa o talento, não que o substitui.
Quais são os benefícios práticos da IA jurídica?
Produtividade imediata, redução de retrabalho e aumento de precisão. Com o GPTuri, tarefas que antes levavam horas passam a ser concluídas em minutos — permitindo que escritórios e departamentos jurídicos entreguem mais valor em menos tempo.
A IA da Turivius é segura e confiável?
Sim. A Turivius opera com padrões rigorosos de segurança e conformidade à LGPD. O GPTuri é treinado exclusivamente com dados públicos e jurisprudência oficial, garantindo transparência, rastreabilidade e controle humano sobre todas as respostas.
Solicite uma demonstração gratuita do GPTuri e descubra como a transformação digital na advocacia já está gerando impacto real no mercado jurídico brasileiro.
